Uma cartilha informativa sobre doação, usufruto e holding familiar — para entender, com clareza, como o patrimônio passa de uma geração à outra.
E, ao pensar no assunto, costumam surgir dúvidas como…
Sem juridiquês: os custos reais, as cláusulas, os conceitos que costumam decidir disputas de família e a estrutura que muitas famílias com patrimônio vêm estudando no lugar da doação direta.
Quanto de fato custa doar (em média 6% a 12% do bem, à vista) e as seis armadilhas que mais geram arrependimento — perda de controle, penhora, divórcio do filho e mais.
As quatro dimensões da propriedade, o ITCMD que pode ser cobrado duas vezes e por que o usufruto garante a renda do doador, mas não protege o patrimônio.
A história, anonimizada, de uma família que organizou tudo com reserva de usufruto e ainda assim enfrentou um prejuízo expressivo — e o que explica isso.
Legítima, parte disponível, doação inoficiosa e colação — os conceitos que podem recalcular uma doação anos depois, com base no Código Civil e no STJ.
O que é, como funciona e as três dinâmicas de uso — com os critérios para entender quando ela faz sentido e quando não compensa.
Apoiada na legislação vigente e em entendimento atual do STJ sobre colação e doação.
A vivência de quem atua com planejamento sucessório e estruturação de holdings familiares.
Escrita para o leitor, não para o tribunal. Cada conceito é explicado de forma acessível.
Um encontro ao vivo de duas horas para acompanhar, na prática, os caminhos de proteção e transmissão do patrimônio — com espaço para perguntas em tempo real.
José e Maria — nomes fictícios — doaram seis imóveis aos filhos com reserva de usufruto. Tudo dentro da lei e documentado. Anos depois, surgiu uma proposta de compra muito acima do valor de mercado por um dos terrenos.
“Eu pensei que doar com reserva de usufruto significava que eu continuava no controle. Ninguém me explicou que eu não podia mais vender sozinho.”
Faltou uma assinatura prevista em lei. A oportunidade se encerrou em poucos meses.
em sobrepreço. O caso, anonimizado, é analisado em detalhe na cartilha.
Direito de arrependimento. Por se tratar de compra à distância, o reembolso integral pode ser solicitado em até 7 dias após a aquisição, conforme o art. 49 do Código de Defesa do Consumidor.
Em ambiente de pagamento seguro, à vista ou parcelado.
A cartilha em PDF e o acesso à aula ao vivo chegam logo após a confirmação.
No computador, no tablet ou no celular. O acesso fica com você.
Não. A cartilha foi escrita em linguagem clara, com exemplos e tabelas. Nenhum conhecimento jurídico prévio é necessário.
Os conceitos (doação, usufruto, legítima, colação, holding) valem para todo o Brasil. Onde a regra varia por estado — como o ITCMD — a cartilha orienta a verificar a legislação local.
É uma cartilha em PDF, de 30 páginas, para ler no seu ritmo. A aula de 2h sobre proteção patrimonial, incluída, é ao vivo.
Após a confirmação do pagamento, você recebe a cartilha por e‑mail, com acesso ao material.
Não. É um material informativo e educativo. Ele ajuda a compreender o tema, mas não substitui a orientação jurídica individualizada sobre o seu caso.
Sim. Por ser uma compra à distância, o reembolso pode ser solicitado em até 7 dias, conforme o art. 49 do Código de Defesa do Consumidor.
Uma leitura de uma tarde para começar essa reflexão com mais clareza.
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